Mais opções, menos tempo perdido
Uma cidade funcional não obriga todos os cidadãos a organizar a vida da mesma maneira. Quando há alternativas reais, as pessoas podem escolher o meio mais eficiente para cada dia.
Em Lisboa, a discussão sobre mobilidade continua demasiado centrada na restrição e demasiado pouco focada na criação de opções competitivas.
Uma política pública madura mede resultados para quem se desloca, não apenas intenções regulamentares.
Três prioridades
- Mais previsibilidade nos transportes públicos.
- Melhor articulação com estacionamento e interfaces.
- Regras urbanas que não penalizem inovação.
