Uma distinção que importa
Liberalismo não é darwinismo social. Defender mercados competitivos, propriedade privada e liberdade individual não implica indiferença perante quem fica para trás.
A confusão é alimentada por um debate público que prefere slogans a argumentos. Ou se é 'neoliberal' ou se é 'social'. A nuance desaparece.
A diferença está em como se corrigem os falhanços do mercado: com intervenção inteligente e focada, ou com intervenção extensiva e indiscriminada.
O que o liberalismo defende
Uma rede de proteção social robusta, financiada de forma sustentável, que garanta oportunidades reais e não apenas transferências. Educação de qualidade acessível, saúde que funciona e mobilidade social possível.
Isso não é incompatível com mercados livres. É o que os torna legítimos.
