
Participação cívica: aproximar cidadãos da decisão local
A participação cívica em Portugal é baixa em parte porque as pessoas sentem que não muda nada.

A participação cívica em Portugal é baixa em parte porque as pessoas sentem que não muda nada.

O comércio de proximidade merece condições justas, não proteção artificial da concorrência.

O turismo trouxe receita e visibilidade, mas a gestão do seu impacto exige regras mais claras.

Uma cidade segura não precisa de ser uma cidade vigiada. Precisa de ser uma cidade bem gerida.

A tecnologia pode simplificar o sistema, mas só se melhorar o serviço para quem o usa.

Menos papel, mais interoperabilidade e regras que respeitem o tempo dos cidadãos.

Sem reformar os cuidados primários, nenhuma solução para o SNS será sustentável a longo prazo.

Há potencial solar, verde urbano e economia circular que Lisboa está a subaproveitar.

O RGPD existe, mas a fiscalização em Portugal é lenta e as coimas raramente chegam a quem decide.

Confunde-se frequentemente defender mercados livres com ser indiferente ao resultado social.

As campanhas de sensibilização custam dinheiro e têm impacto limitado. Há alternativas mais eficazes.